domingo, 14 de julho de 2013

WHISTLER: ESQUI É SÓ A CEREJA DO BOLO!

Nossa viagem foi assim:
Época: Janeiro *****
Hotel: Fairmont Vancouver *****; Crystal Lodge *****
Faixa etária das crianças: 9-11 anos *****
 


Quando pensamos em esquiar ou levar nossos filhos para conhecer a neve, as primeiras opções que vêm à mente são Argentina, Chile ou EUA. Como já estivéramos em estações de esqui nos três países, e conhecer Whistler, no Canadá, estava em nossos planos desde as Olimpíadas de inverno de 2010, não foi difícil chegar a um consenso sobre onde ir nas férias de janeiro...

Podemos dizer que Whistler superou todas as nossas expectativas, tanto nas pistas de esqui (do qual não somos lá grandes conhecedores, é preciso dizer), quanto fora delas. Uma combinação perfeita de esqui e passeios que exploram todas as oportunidades e a beleza natural do local, além de uma vila deliciosa e simpática, fazem da cidade um programa imperdível para quem gosta de neve.

A variedade de passeios e a estrutura são especialmente boas para famílias em que algumas pessoas esquiam e outras, não. Além disso, o lugar não é tão frio quanto outras estações: a temperatura chega a ser positiva durante o dia, e em nossa estadia não esteve abaixo dos -10oC em momento algum. A proximidade com Vancouver - onde passamos alguns dias para conhecer um pouco a cidade e acostumar com o fuso horário - é mais uma grande vantagem de Whistler.


Se há alguma desvantagem em escolher Whistler ao invés de outras estações, com certeza é a distância. De São Paulo, o voo mais fácil é com conexão em Toronto, o que significa que você levará quase 18 horas para chegar a Vancouver. De lá, mais 2h de ônibus ou carro até a estação. Assim, Whistler é ideal para uma viagem de, no mínimo, 12 dias: um para ir, um para voltar, 3 dias em Vancouver e 7 na montanha.

Nenhuma viagem de esqui é barata, pois, se somarmos hotel, aluguel de equipamento, aulas, e lift ticket, geralmente o valor fica bem alto. Uma viagem a Whistler tem os custos adicionais da passagem aérea (como dissemos, é longe!). Ficamos também um pouco surpresos com o valor do lift - U$1400 para 4 pessoas durante 4 dias - mas não chegamos a comparar com outras estações. Outro gasto adicional a ser considerado são os passeios - em Whistler há várias opções além do esqui e são todas bem caras. Tudo isso somado faz desse destino uma viagem particularmente cara.


Para economizar um pouco, há hotéis, restaurantes e lojas de aluguel de equipamentos que não têm acesso direto pela via de pedestres da vila (veja explicação abaixo). Esses são mais em conta, e valem a pena se não houver crianças muito pequenas na família, pois as distâncias geralmente são curtas e dá para andar sem problema nenhum.

"Twin peaks"

A estação de esqui de Whistler é formada, na verdade, por duas montanhas diferentes: Whistler e Blackcomb. Ao contrário de lugares como Aspen, por exemplo, em que a base das montanhas está separada por distâncias razoáveis, em Whistler as gôndolas que levam a uma e a outra saem praticamente do mesmo lugar, com poucos metros de distância entre elas.

Ao embarcar nas gôndolas, tanto de um lado quanto do outro, um universo de pistas de todos os níveis, teleféricos, cadeirinhas, parques de manobras radicais e até um parque de tobogãs (tube park) esperam por você. Basta abrir o mapa, escolher para onde quer ir, e subir no teleférico correspondente.


O sistema de transporte na montanha é muito amplo e impressionante. O mais interessante é que pedestres podem subir até o topo de Whistler sem precisar esquiar. Os dois picos são ligados por um bondinho grande, o Peak2Peak, com capacidade para 25 pessoas por carro, que cobre a distância de 4 quilômetros que as separa em pouco mais de 10 minutos. O bondinho é novinho em folha, muito moderno e suave. A vista lá de cima é impressionante, e o ticket diário para os lifts dá direito a andar no Peak2Peak também. Um passeio fantástico e imperdível, incluso no valor do ticket e que dá para fazer sem esquis... Não há desculpas para não fazê-lo!

O único senão das montanhas de Whistler e Blackcomb é que, no pico da estação, as gôndolas fecham entre 15 e 16h. O motivo é que após as 16:30 o sol se põe e tudo fica escuro. Para nós, iniciantes, algumas horas a mais não seriam grande vantagem, pois na hora do fechamento já estávamos cansados e com vontade de ir para um café tomar uma bebida quente... Para os esquiadores mais avançados, contudo, o período pode ser muito curto. Além disso, às 3 da tarde uma horda de esquiadores desce das pistas e invade a vila, especialmente as lojas de aluguel de equipamentos, para devolver os esquis. Tente sair da pista um pouco antes desse horário.

A simpática vila de Whistler.

Chegamos a Whistler de ônibus e fomos deixados na entrada "de trás" do hotel, onde há acesso de veículos. Whistler Village é uma ruazinha só de pedestres que serpenteia alegremente entre lojinhas e restaurantes. Quase todos os hotéis que têm acesso dessa vila são também acessíveis de carro, por ruas que correm paralelamente a ela dos dois lados. Nessas ruas "de trás" da vila propriamente dita, há hotéis mais em conta que não têm saída direto para a rua de pedestres, mas basta atravessar alguma passagem para chegar a ela.


A rua de pedestres é relativamente comprida e é perpendicular às duas montanhas. Pode-se dizer que ela começa ao pé das montanhas, em Skiers´ Plaza, e vai se afastando até desembocar na Olympic Plaza. Isso significa que alguns hotéis, localizados mais perto de Olympic Plaza, estarão a cerca de 15 minutos de (lenta) caminhada das pistas de esqui.


Se você não está acostumado a andar em botas de esqui, sugerimos se hospedar próximo a Skiers´ Plaza, ou alugar um armário no subsolo do Carlton Lodge, onde está localizado o centro operacional da estação de esqui, para guardar seu equipamento e não ter que andar grandes distâncias com as botas, que são extremamente duras e desconfortáveis.

Ficar hospedado em um hotel na vila é muito gostoso e conveniente. Você sai do hotel e todos os cafés, restaurantes e lojas estão ao seu alcance, além de ser muito seguro para passear com as crianças e deixá-las brincar na neve que se acumula nos canteiros laterais.

Aprendendo (enfim!) a esquiar.

Aproveitando nossa estadia em Whistler, queríamos que nosso filho pudesse realmente aprender a esquiar, coisa que em nossa breve passagem por El Colorado, no Chile, não havia acontecido. A qualidade das instalações para iniciantes e das escolas de esqui que visitamos abaixo do Equador deixou um pouco a desejar. Em algumas das estações em que estivemos na América do Sul e EUA, também sentimos uma pontinha de preconceito dos locais contra iniciantes meio atrapalhados como nós.

Em Whistler, as instalações para iniciantes são as melhores que já vimos, e, apesar de ser uma estação de nível profissional onde os maiores campeões do mundo treinam, os novatos são muito bem-vindos e bem tratados, de maneira muito profissional, sem nenhum preconceito.


A pista utilizada para as primeiras deslizadas dos novatos é larga, comprida e bem lisinha. A neve é impecável, pois, ao contrário de outras estações em que a área de ensino fica no sopé da montanha, a de Whistler é acessada após uma longa subida por uma gôndola, e portanto está localizada numa altitude maior. Além da neve excelente, o maior trunfo da pista de iniciantes de Whistler é o Magic Carpet. Imagine uma esteira rolante, como essas de supermercado, só que bem comprida. É ela que leva os esquiadores para o topo da pista, com muita facilidade e segurança.



Se você já fez uma aula de esqui, deve se lembrar das vezes sem conta em que teve que subir a pista apoiando-se de lado nos esquis, com toda aquela roupa, botas e pesados esquis nos pés. Em Whistler, graças ao Magic Carpet, isso não é necessário, e você pode gastar todas as suas energias aprendendo a descer a montanha esquiando, ao invés de subindo.

O resultado não podia ser melhor. Depois de apenas 3 manhãs de aulas de esqui, adultos e crianças da família que nunca tinham esquiado utilizavam a cadeirinha com desenvoltura, e no último dia descemos quase metade da montanha esquiando, até chegar à vila de Whistler. Nas subidas de gôndola, frequentemente compartilhávamos espaço com esquiadores de alta performance, totalmente equipados, e podíamos vê-los descendo por pistas vermelhas e pretas a toda velocidade. Whistler é um lugar privilegiado, em que você pode ser um iniciante e estar bem lá, no meio de toda a ação, e ter oportunidade de realmente aprender a esquiar.



Muito além do esqui

Nosso objetivo ao ir para Whistler foi aprender a esquiar, mas ao pesquisar a cidade descobrimos muito mais que isso. Com a ajuda dos agentes do www.whistler.com, escolhemos e reservamos vários passeios, antes mesmo de sair de casa.

Como estávamos indo no pico da alta estação, bem no Réveillon, ficamos temerosos de que não conseguiríamos fazer as reservas ao chegar à cidade. No final, a reserva antecipada para a maioria dos passeios não teria sido necessária, pois, apesar de estar com sua lotação máxima, Whistler administra muito bem suas multidões e nenhum passeio esteve lotado, atrasado ou mal organizado. Mas, fazendo as reservas com antecedência, pudemos utilizar nosso tempo por lá apenas passeando e nos divertindo, sem ter que nos preocupar em parar para montar nossa programação no meio da viagem. Além disso, respeitando a política de cancelamento (geralmente 24 horas de antecedência), pudemos até desistir de um dos programas e recebemos reembolso integral.

Para programar seus dias na cidade, tenha em mente alguns fatores:

1. O sol se põe às 16h. Portanto, se agendar um passeio de trenó de cachorros, por exemplo, após as 15h, tenha certeza de que voltará no escuro e no frio congelante!

2. Os meios de elevação das pistas de esqui abrem mais ou menos às 9:00 e fecham por volta das 15:00. Portanto, se esquiar está nos seus planos, leve isso em consideração. Não só é um período curto, como requer algum planejamento caso você esteja querendo subir até o topo da montanha e descer esquiando. O trajeto todo, para iniciantes como nós, pode demorar quase 2h, portanto não deixe para fazer isso no final do dia.

3. Enquanto estivemos lá, os dias estavam ensolarados e lindos. Não perdemos nenhum passeio ou passamos por desconforto algum, mas a possibilidade de enfrentar dias de nevasca é grande. A maioria dos passeios não é cancelada se houver a mínima condição e segurança para acontecerem, mas, para criaturas tropicais que nem nós, será um dia miserável e gelado com toda certeza. Sempre acompanhe a previsão do tempo dia a dia, e cancele os passeios se achar necessário.

4. O fuso horário de 5 ou 6 horas não está pra brincadeira! Alguns podem se adaptar mais rápido, mas o mais certo é que no início da viagem todo mundo caia duro na cama às 9 ou 9:30 da noite. Assim, não agende nada importante nas primeiras noites.

Seguem os passeios que fizemos em Whistler e nossa opinião sobre cada um:

1. Dogsledding *****: andar num trenó puxado por cachorros - e se você quiser, pode até mesmo guiar seu próprio trenó! - é uma coisa tão fora da nossa realidade que parece um sonho. A paisagem é de tirar o fôlego, os cachorros são muito alegres e mansos, e a experiência é de uma rusticidade e encantamento difíceis de descrever. Em inglês existe uma expressão - winter wonderland - e depois de fazer esse passeio você entenderá exatamente o que significa.


Prepare-se para um frio de rachar, pois o trajeto é no fundo de um vale gelado. Os passageiros ajudam a colocar as correias nos cachorros, segurar as rédeas e podem até mesmo guiar o trenó. Vale muito a pena! Só não deixe para ir depois das 3 da tarde, pois fica escuro e frio de verdade. Uma dica: não deixe de comprar as fotos oferecidas no passeio, são realmente bonitas e profissionais.


2. Ziptrek Ecotours *****: uma série de tirolesas atravessa ziguezagueando o vale do rio que divide as duas montanhas - Whistler e Blackcomb. Os guias que levam os pequenos grupos nesse passeio são muito animados e prestativos, e têm bastante paciência com aqueles que têm medo de altura, etc, além de darem muitas explicações sobre a flora, a preservação da natureza... Um belo exemplo da consciência ecológica dos canadenses. Tudo é muito organizado e seguro, e exige um pouco de disposição física, pois é preciso andar com o equipamento, subir e descer escadas, andar por pontes pênseis...


Tudo começa com um pequeno treinamento em uma tirolesa pequena na própria estação de esqui. Depois, o grupo embarca numa van e vai até a floresta, onde fará 5 tirolesas sobre o rio. Existem tours maiores ainda, com 7 ou mais tirolesas, mas para nós já seria um pouco demais... Se você tiver muito medo de altura, evite. Se tiver pouco medo, é capaz até de superá-lo depois dessa experiência incrível. Passar voando por cima de um riacho semicongelado a 30 metros de altura, cercado por duas montanhas lindas acaba com qualquer trauma de infância! Apesar de ter que andar um pouco, agasalhe-se bem, pois faz frio mesmo com sol.



3. Sleigh Ride *** e Fondue *****: fomos levados de van até a sede do clube de golfe Nicklaus North, onde embarcamos em charretes com esquis no lugar das rodas, puxadas por cavalos. Demos uma volta no campo coberto de neve, mas estava muito escuro e não dava pra ver nada! A voltinha dura uns 30 minutos, e, apesar de escuro, é divertido. Depois, de volta à sede do clube, uma fondue deliciosa é servida no restaurante. A de queijo é um capítulo à parte, uma delícia. Mas a novidade mesmo foi a fondue de carne, que, ao invés de frita no óleo, é cozida em um caldo aromático. Além de alguns tipos de carne, salmão fresquinho e camarões gorduchos estão no menu... Delicioso!

4. Peak 2 Peak *****: Whistler é formada na verdade por duas montanhas quase gêmeas, separadas por um vale cinematográfico. Unindo os dois picos, há o Peak 2 Peak, um bondinho aéreo que vence o vão de 4 quilômetros com muita tecnologia e diversão. Cabem cerca de 20 a 25 pessoas em cada bonde. Alguns deles, de cor vermelha, têm o fundo de vidro no meio: olhando para baixo, você verá a neve, o riacho, as pessoas e as árvores passando láááá longe. Para pegar os de fundo de vidro, a fila é maior e separada. Se não fizer questão do fundo, pode embarcar em qualquer um.


A vista é impressionante, montanhas cobertas de neve, árvores a perder de vista, esquiadores passando para todos os lados. E, como dissemos, está incluso no preço do ski lift. A vista do topo das duas montanhas é maravilhosa, mas nossa preferida é a de Blackcomb. Portanto, não deixe de reservar alguns minutos para apreciar a vista lá de cima antes de voltar!




5. Coca Cola Tube Park *****: uma ótima opção para depois que as pistas fecharem, pois fica aberto até um pouco mais tarde. Você paga um valor fixo e pode descer durante uma hora, duas horas ou mais. Uma hora é suficiente para descer umas 5 vezes. É proibido ir com botas de esqui, portanto não adianta querer descer direto da pista de esqui para o Tube Park. Prepare-se para subir bastante, pois o acesso ao parque é feito por escadas no meio da mata (nada do outro mundo, mas é preciso um pouco de disposição). Você paga o ticket e pega uma boia, sobe na esteira rolante e deixa a vida te levar! A descida é muito mais rápida do que parece, e muito divertida! Não deixe de vestir roupas quentes e calças impermeáveis, pois o bumbum fica gelado rapidinho! A família inteira pode descer junta, bastando um segurar na boia do outro. Os funcionários no início da pista são muito prestativos e ajudam você a se acomodar e começar a descida sem stress.



E já que veio até aqui...

Whistler não tem aeroporto. Mesmo tendo sido sede das Olimpíadas de Inverno, os canadenses chegaram à conclusão de que construir um aeroporto na cidade seria jogar dinheiro fora e, principalmente, muito antiecológico. Então, aumentaram e modernizaram o aeroporto de Vancouver, duplicaram a estrada que liga as duas cidades, e foi dessa forma que economizaram alguns milhões de dólares e ainda receberam com toda comodidade as milhares de pessoas que foram até lá participar das Olimpíadas. Isso significa que você será "obrigado" a passar por Vancouver em seu caminho até Whistler. Aproveite e faça alguns passeios também na cidade, que é muito acolhedora e divertida - mesmo no inverno!

Conheça na nossa próxima postagem alguns dos programas que fizemos em Vancouver, e alguns restaurantes que experimentamos no Canadá!

17 comentários:

  1. Amei esse post. Nunca tinha me passado pela cabeça uma viagem semelhante, mas agora começou a fazer parte dos meus sonhos de consumo. Estou aguardando anciosa a parte de Vancouver.

    Eliane.

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  2. Adorei esse post. Nunca tinha me passado pela cabeça viagem semelhante, mas agora virou um novo sonho de consumo. Eu gosto dess blog exatamento porque tem informações tanto de destinos badalados, quanto de opções menos óbvias. Aguardo anciosa a parte de Vancouver.

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  3. Estava programando ir a WHISTLER com esse post aumentou mais a vontade de ir
    Obrigado

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  4. ola, adorei o post!! ajudou muito no planejamento da minha viagem!! Vocês poderiam falar em qual hotel ficaram hospedados em vancouver e em whistler? Vocês recomendam? Obrigada!

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    1. Marina,
      Conforme as informações no cabeçalho da postagem, ficamos no Fairmont Vancouver e no Crystal Lodge em Whistler.

      Não são hotéis baratos, mas se você reservar com antecedência e tiver paciência/sorte de encontrar ofertas, não sai nenhum absurdo. Ambos são muito bons.

      O Fairmont é um hotel à moda antiga, muito bonito e elegante, e tem um cachorro que mora lá e os hóspedes podem levar para passear. As crianças adoram!

      O Crystal é muito bom, mas não no mesmo nível de luxo do Fairmont. A vantagem é o custo-benefício, pois além de um serviço excelente e de ficar a 2 min de caminhada das pistas de esqui, não custa tão caro quanto o próprio Fairmont de Whistler, por exemplo.

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    2. Muito obrigada pelas informações!! Depois que eu enviei a mensagem que vi o cabeçalho!! Ja dei uma cotada nos preços.. realmente nao sao baratinhos rs, mas estão dentro do que eu esperava mesmo! Muito obrigada pelas dicas!!

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  5. Marcia Vieira29 dezembro, 2013

    Ola! Sabe informar se existem aulas de esqui em outro idioma que não seja o inglês?
    Aulas em espanhol,por exemplo?

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    1. Olá, Marcia,
      Alguma falha aconteceu e só vimos seu comentário hoje! Esperamos que a viagem tenha sido boa.

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  6. Muito bom seu post. Enviamos uns amigos que o leram e ficaram entusiasmados, obrigado! Luciano

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  7. Execelente seu Blog, estamos programando ir para Vancouver e Whistler proximo mes de março e ajudou bastante...
    Parabéns, Ana Araújo

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  8. Gostaria de saber se vocês ficaram hospedados com as crianças no mesmo quarto ou se tiveram que pegar dois quartos. Eu gosto de ficar com os meus no mesmo quarto e as vezes fica apertado. Como eram os quartos dos hotéis que você ficou? Muito obrigada.

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  9. Amei a postagem!!Bem completa...Irei agora em dezembro a Vancouver por 23 dias e certamente iremos a Wistler ,que meu filho já conhece e adora.Obrigada pelo relato detalhado.

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  10. Amei a postagem!!Bem completa...Irei agora em dezembro a Vancouver por 23 dias e certamente iremos a Wistler ,que meu filho já conhece e adora.Obrigada pelo relato detalhado.

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  11. Olá! Adorei o post. Não fazia ideia que Whistler tinha tudo isso!! Estou tentando avaliar se vale a pena comprar um pacote com Whistler incluído ou não. Você tem noção de custos, como aluguel de material, aulas de esqui, passeios, etc? Ou isso eu consigo verificar no site de Whistler? Obrigada desde já!

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    1. No site você consegue ter acesso aos preços. Quando você envia uma solicitação, recebe o contato de um dos agentes de lá, por email. Eles são muito atenciosos e respondem todas as dúvidas e atendem muito bem. Tenha em mente que as coisas lá não são baratas, prepare-se para gastar, mas também receberá cada centavo em atendimento, qualidade, diversão, segurança...

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  12. Olá! Excelente post.
    Eu só não entendi uma coisa: para esquiar, é necessário contratar previamente uma agência, que conta com instrutores?
    Ou é só chegar no local e pagar pela aula?
    Obrigada!

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    1. Através do site www.whistler.com você pode reservar tudo com antecedência. Também é possível ir à central de reservas diretamente em Whistler (fica perto do acesso às pistas bem na vila), mas dependendo da época corre o risco de não haver mais vagas.

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