sexta-feira, 22 de junho de 2012

NOSSA VIAGEM À AUSTRÁLIA: PLANEJAMENTO


Por: M.C.Carvalho




Austrália... Fica do outro lado do mundo, e faz parte da lista de desejos de qualquer família com um pouco mais de milhagens na manga. Afinal, você já esteve na Disney, já foi ao Caribe, já conhece alguns países da América Latina, um ou dois países na Europa... Agora é hora de encarar o outro lado do planeta! Veja nesse post de uma família amiga do FR dicas práticas do que levar em consideração na hora de traçar seu roteiro por esse país de dimensões (literalmente) continentais! E não perca as próximas postagens, sobre cada parte da viagem e cada pedacinho desse país tão fascinante.


A Austrália não costuma ser um destino no topo da lista das famílias; “é tão longe!”, “demora tanto para chegar lá!”, “e o fuso?”. Eram esses os comentários dos amigos com os quais trocávamos ideia sobre este destino. Nossa filha sempre foi uma entusiasta e ficou mais ainda depois de completar seu curso de mergulho e imaginar-se nas profundezas da Grande Barreira de Recifes. Ficamos ponderando que, à medida em que as crianças crescem, vai ficando mais difícil ter entre 20 e 30 dias para viajar com elas - começam os vestibulares, os estágios, as recuperações, os intercâmbios. Então, inspirados pelo 15o aniversário da primogênita, decidimos que era uma boa hora.

Você não imagina que a Austrália é tão grande, até começar a olhar para esta ilha/continente. As distâncias são homéricas: dizer “estou indo para a Austrália” é o mesmo, em termos de distâncias internas, que dizer “estou indo para os Estados Unidos” e pretender incluir em 20 noites a costa leste e oeste, o Texas e um pulinho em Chicago...impossível. Então, começam as escolhas. A primeira delas: incluir ou não a Nova Zelândia na mesma viagem.

E a Nova Zelândia?

A maioria das operadoras turísticas e revistas especializadas inclui a Nova Zelândia e a Austrália no mesmo pacote. Afinal, parece razoável, já que se vai tão longe, incluir tudo o que tem para se ver por lá....

Nova Zelândia e Austrália são países independentes, com moedas diferentes, climas diferentes, origens distintas, mas um grande relacionamento comercial e social. Os cidadãos da Nova Zelândia são os únicos no mundo que podem entrar na Austrália sem visto.

Um pouco mais ao sul e a oeste da Austrália, a Nova Zelândia tem duas ilhas: a Ilha do Norte, onde fica a capital e principal cidade Auckland, e a Ilha do Sul, onde ficam Christchurch - que em fevereiro do ano passado tomou os noticiários com um terremoto de 6.3 graus na escala Richter - e Queesntown, a capital do turismo de aventura.

Quase não há voos diretos a Queenstown, e a escala em Christchurch se torna obrigatória. Auckland, por sua vez, não apresenta grandes atrativos e a principal força turística da Ilha do Norte fica em Rotorua, uma cidade a 235 km e cerca de 3 horas e meia via terrestre da capital.

Assim, incluir a Nova Zelândia implicava chegar a Auckland, ir a Rotorua, passar algumas noites explorando este território vulcânico e depois voar a Queenstown, com escala em Christchurch, para então desfrutar das famosas paisagens de “O Senhor dos Anéis” e das inúmeras atrações do turismo de aventura local. Somando tudo, 7 noites.

A decisão não foi fácil, mas nós ponderamos e percebemos que queríamos conhecer muito mais do que Sydney e a Grande Barreira de Recifes, e acabamos preferindo explorar um pouco mais a Austrália e deixar a Nova Zelândia para ser vista com calma no futuro. A idade de nosso filho caçula, 9 anos, o impediria de desfrutar de algumas das aventuras mais radicais e a diferença de clima na Ilha do Sul da Nova Zelândia nos influenciou: com a quantidade de voos internos que teríamos e as restrições de bagagem, não gostamos da ideia de ter que empacotar casacos e gorros de lã para enfrentar o “verão” de Queenstown, afinal, estávamos no espírito de vestir shorts e havaianas no verão australiano!

A epopéia do visto

Já dissemos que todos, com exceção dos neozelandeses, precisam de visto para entrar na Austrália, mas para cada nacionalidade a burocracia varia. Se na sua família há membros com passaportes de outras nacionalidades, confira no site do departamento de estado australiano (http://www.immi.gov.au/visitors/tourist/visa-options.htm) quais as opções oferecidas pelo governo australiano.

Para aqueles com dupla cidadania européia, é possível obter um visto eletrônico do tipo “evisitor 651” . Se este for seu caso, o procedimento é muito simples, totalmente feito online. Em 24-48 horas, você recebe um email com seu número de confirmação e visto eletrônico, que precisa apenas ser impresso e apresentado no embarque e desembarque juntamente com seu passaporte.

O importante neste caso é justamente o passaporte. O governo australiano mantém em seus arquivos o seu visto eletrônico vinculado ao número do passaporte apresentado. Assim, se você perder seu passaporte ou resolver tirar outro entre o momento da emissão do visto eletrônico e sua viagem, você precisará de um novo visto eletrônico. Além disso, o visto eletrônico tem uma validade específica para embarque a partir de sua emissão. Verifique no site e programe-se para fazer o visto online com antecedência adequada.

A novidade é que desde a nossa viagem, a Austrália incluiu o Brasil entre as nações cujos cidadãos têm direito a requerer um outro tipo de visto eletrônico. No caso do Brasil, o chamado “visto de turista 676”. No site da embaixada, http://www.brazil.embassy.gov.au/brasportuguese/e676.html são fornecidas todas as informações necessárias para que se complete e envie o formulário de requerimento de visto (pode haver necessidade de envio posterior de determinados documentos digitalmente, a embaixada comunica caso-a-caso). O detalhe é que todas as informações nos formulários e os emails serão em língua inglesa! Como na época da nossa viagem o visto era concedido apenas via embaixada em Brasília, não podemos comentar sobre as peculiaridades do novo processo.

No nosso caso, precisamos enviar uma série de documentos pessoais e cópias do roteiro da viagem, das passagens e das reservas de hotéis para a embaixada em Brasília. Você só não precisava enviar o passaporte, apenas cópias coloridas e autenticadas das principais páginas, pois não era emitida e colada uma etiqueta de visto semelhante à americana no passaporte. O visto australiano era enviado por email e vinculado ao número do passaporte informado. Usamos o serviço de um despachante que recolheu  e encaminhou todo o material. Apesar do site do governo australiano informar que o prazo para o processamento de um visto de turista seria de 15 dias a partir do envio dos documentos, o email com a aprovação do visto só foi enviado uma semana antes da sua viagem, causando um tremendo stress pré-viagem. Sugerimos que procedam com a maior cautela e antecedência possíveis.

Vale ressaltar que em todos os casos o “visto” é enviado por email, portanto atenção redobrada ao informar seu endereço de email e aos filtros anti-spam do seu provedor: a última coisa de que você precisa é de um visto perdido no cyber-espaço!

Ao chegar à Austrália, não precisamos mostrar nenhum papel, nenhum número. Apenas com nossos passaportes o agente da polícia federal foi capaz de localizar nossas autorizações eletrônicas e liberou nossa entrada. As filas da imigração eram bem grandes e o processo, lento. Eles são extremamente rigorosos na alfândega. Para proteger a agropecuária local, a entrada de todo e qualquer alimento é proibida. Eles implicam até com barro na sola do tênis.Tenha paciência!

O roteiro
O ponto de partida da viagem: passar o Réveillon em Sydney

Nossa viagem foi pensada para incluir as celebrações de Ano Novo em Sydney e dispúnhamos de cerca de 20 noites, sem contar o trânsito de ida e volta.

Havia unanimidade na família quanto a incluir alguns dias na Grande Barreira de Recifes, no nordeste australiano, mas as outras opções levantadas incluíam: a famosa Gold Coast (faixa litorânea entre Sydney e o início da barreira de corais); Adelaide e Melbourne (no litoral sudoeste); Canberra (a capital); a Tasmânia; Perth, na costa oeste; e Alice Springs e Ayers Rock, no deserto central – o “outback” australiano onde fica o famoso monolito Uluru e o centro de preservação da cultura aborígene.

Um dado a mais: a Austrália tem mais de 90% da sua população morando na costa, e o “outback” é um imenso deserto vermelho. Viagens de carro costa-a-costa não são aconselhadas, portanto a maioria de nossos deslocamentos teriam que ser obrigatoriamente aéreos.

Começamos eliminando a Tasmânia e Perth na costa oeste, apesar dos potenciais mergulhos e dos famosos tubarões: a distância era proibitiva (quase 4.000 km de Sydney e 5 horas de voo). Resolvemos ficar entre a costa sul e oeste.

Entre Adelaide e Melbourne, ficamos com Melbourne, acatando a recomendação do agente turístico. Adelaide foi durante anos sede do Grande Prêmio de Fórmula 1 e no seu litoral fica a famosa Kangaroo Island, porém Melbourne tem ganho muito destaque por seu charme europeu, e por ser a atual anfitriã, tanto da Fórmula 1, como do Aberto de Tênis da Austrália e ter atrações como a Great Ocean Road, Philip Island e as famosas Beach Boxes.

Era minha vontade pessoal conhecer o Uluru e os aborígenes. Achei que fazia parte da visita a esta terra longínqua explicar às crianças a origem de tudo, a essência deste povo que há até bem pouco tempo era excluído da sociedade australiana, depois de ser quase dizimado pelos britânicos. Assim, sem muito apoio familiar, impus Ayers Rock ao roteiro. Analisando as opções de voo e os tempos de deslocamento, acabamos eliminando a Gold Coast para termos mais tempo na Grande Barreira de Corais, elegendo Cairns e as Whitsunday Islands como nossa base de visita.

Neste processo, elaboramos mais de 10 roteiros alternativos, consultando o site da Qantas, a empresa aérea australiana que usaríamos para os voos internos, na tentativa de minimizar as escalas, os tempos de deslocamento e o custo. Nenhum trecho do nosso roteiro acabou por tornar-se factível por carro: além das distâncias enormes, os australianos usam a mão britânica (direita) de direção, exigem a carteira internacional de habilitação e são extremamente rigorosos nas leis de trânsito, especialmente na temporada (dezembro e janeiro) quando todas as multas e pontuações são dobradas.
Praias, como a Bondi Beach em Sydney,
foram paradas obrigatórias.

O conselho é que se estime os dias a serem passados em cada destino, lembrando que, no caso da sua viagem incluir mergulhos autônomos (scuba diving), é necessário respeitar um intervalo de 24 horas para viajar de avião depois de um mergulho. No nosso caso, como estaríamos em Sydney por ocasião da festa de Réveillon, precisamos de alguns dias a mais neste destino, pois este é o segundo feriado mais popular da região (só perde para o “Australian Day” em 26 de janeiro) e, além de haver regras de número mínimo de dias de hospedagem na maior parte dos hotéis, a cidade “fecha” para as celebrações. Dias 31/12 e 1/1 ficam muito restritos, com a maioria dos parques, museus e comércio fechados e o sistema de transportes públicos totalmente voltado para a festa.

Ficamos assim:

·         Sydney – 5 noites
·         Ayers Rock (Uluru) – 2 noites
·         Cairns – 1 noite
·         Hamilton Island (Whitsundays) – 5 noites
·         Melbourne – 3 noites
·         Sydney – 3 noites

Escolhemos uma viagem no verão brasileiro (dezembro/janeiro) que coincide com o verão e as férias escolares na Austrália, portanto altíssima temporada, muito calor e risco de tempestades tropicais e ciclones no nordeste australiano (Queensland) - em 2011 a região foi devastada por enchentes. Nós resolvemos optar pela viagem de verão e torcer para os ciclones não aparecerem!

Chegando Lá
Animais que só existem na
Austrália.

Você já sabe que terá oceanos para atravessar para chegar à Austrália. Quais deles é a questão. A rota tradicional que leva ao continente se faz cruzando o Oceano Pacífico via Santiago do Chile ou Buenos Aires, (voando LAN ou Qantas). Ainda há a opção de cruzar os Oceanos Atlântico e Índico via Johanesburgo na África do Sul, voando SAS – South African Airways. A escolha envolve uma série de fatores: seu interesse ou não em programas de milhagem – a viagem na LAN pontua na TAM, por exemplo; o custo (a SAS costuma ter preços mais atrativos); o tempo de viagem (pela SAS há apenas uma escala, mas com uma espera de cerca de 8 horas no aeroporto); a possibilidade de ter uma melhor franquia de bagagem, fechando um pacote com os voos internos incluídos (voando Qantas).

Nós escolhemos a LAN com escalas em Santiago (Chile) e Auckland (Nova Zelândia). A nossa escolha se baseou na opinião de nosso agente de viagens, que apontou a LAN como uma empresa com melhores serviços que a SAS. Isso, somado ao fato de que pontuamos milhagens na TAM - e a viagem para a Austrália ida e volta soma pontos consideráveis – pesou em nossa decisão. De qualquer forma, prepare-se. As passagens não costumam ficar abaixo dos US$ 1,800 por pessoa apenas para o trecho São Paulo – Sydney com escalas. Na época da nossa viagem, o trecho em classe econômica com a LAN oscilava em torno dos US$ 2,100. Isso é apenas o começo: a Austrália é um destino, ao contrário do que se possa imaginar, caro. Melbourne e Sydney estão entre as 10 cidades mais caras – do mundo! – para se viver.

Como se trata de um longo voo, consulte o www.seatguru.com. Digitando o número do seu voo e nome da companhia, você tem acesso a um mapa da aeronave indicando os assentos mais confortáveis e aqueles problemáticos. Consulte a companhia aérea e as empresas de cartão de crédito com as quais trabalha, para verificar se nos aeroportos por onde vai passar não há salas de espera VIP a que você tenha direito.

O voo da LAN que escolhemos para Sydney decola de São Paulo para Santiago do Chile (4h30 de duração), onde há uma espera de cerca de 3 horas, troca de aeronave e um novo embarque até Auckland, na Nova Zelândia (13 horas de voo), onde você espera por cerca de 1h30 pelo reabastecimento da aeronave. Não há troca de aeronave, mas todos os passageiros saem do avião, passam pelo Raio X e esperam pelo reembarque. É possível deixar sua bagagem de mão a bordo e todos os lugares são mantidos. Na área de espera há lojas e cafés. De Auckland a Sydney são mais 3 horas de voo. Contando que no percurso você cruza a Linha Internacional de Mudança de Data, isso significa sair de São Paulo às 18 horas do Dia 1, perder completamente o Dia 2 e chegar em Sydney às 8 horas da manhã do Dia 3.

Para complicar, vale lembrar que a Austrália, como todo país continental, tem fusos horários diferentes, neste caso três, e com uma particularidade: fusos de 30 minutos e de 1h30 minutos! Além disso, alguns estados australianos[1] adotam o horário de verão (daylight saving time), outros não. E como nós aqui no Brasil também adotamos o horário de verão em alguns estados, mas em períodos diferentes, a confusão está armada. Assim, se você pretender cruzar a Austrália, fique atento aos horários e atualize seus relógios para evitar perder voos e conexões.

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Diferença de Horários
Dezembro & Janeiro
SP
11h00
Sydney
23h00
Cairns
23h00
Ayers Rock
22h30
Adelaide
23h30
Melbourne
24h00
Perth
21h00

Com relação aos voos internos, nós optamos pela Qantas (escreve-se assim sem o “u” por ser um acrônimo: Queensland And Northern Territory Air Services), empresa muito conceituada e com serviço bem eficiente. Em alguns trechos, compramos os bilhetes com a Qantas mas voamos com a Jetstar. Existe ainda a Virgin. Se você preferir, pode cotar seus trechos internos com todas as três e escolher as melhores opções. Nós conseguimos um bom pacote de tarifas e fechamos tudo com a Qantas. Uma observação: enquanto no trecho da LAN até Sydney cada passageiro tem direito a duas malas de até 32 kg, nos vôos internos com a Qantas esta franquia é de apenas UMA mala de 23 Kg.  

Você pode “comprar” o direito a volume e/ou peso em excesso juntamente com a sua tarifa (com desconto), ou pagá-lo diretamente no check-in se for necessário. Vale uma dica: dos cinco aeroportos que visitamos na Austrália, apenas um tinha o sistema de check-in com atendentes como o nosso, em todos os outros, o check-in era totalmente - e eu digo totalmente - automático. Você entra seus dados em um terminal e emite seu boarding pass (até ai sem novidades, este sistema já é usado por aqui), porém, você continua, pesando suas próprias malas uma a uma e emitindo a etiqueta de bagagem, que você mesmo coloca em cada mala seguindo instruções detalhadas. Depois, você se encaminha a uma esteira onde, com a inserção de seu boarding pass, você libera uma porta, coloca sua mala, o sistema lê a etiqueta afixada na bagagem e, estando tudo ok, sua mala é sugada para o sistema de distribuição.

O que significa que não tem choro nem vela, se a mala pesar 23,1 kg, o bendito sistema não libera a etiqueta e você precisa ir ao balcão de atendimento (leia-se fila) e pagar o excesso que é incluído no seu ticket e depois começar tudo de novo no guichê automático. Ou seja, um procedimento demorado que, na primeira conexão, quase nos custou o voo. Assim, se você já imagina que não vai conseguir completar sua jornada australiana com apenas 23 kg por cabeça, nosso conselho é que você adquira o valor do excesso juntamente com o seu ticket e se livre dessa confusão. Esse excesso, na Qantas, na ocasião de nossa viagem, podia ser comprado por Au$ 20 para o intervalo de excesso entre 23 e 32kg.

Lembrando que, como já dissemos, se você sair do Brasil via Qantas, a franquia dos dois volumes de 32 kg vale para todos os voos internos. A Qantas não opera em território nacional diretamente, mas vende passagens usando um voo “code-share” para o trecho São Paulo – Buenos Aires ou São Paulo – Santiago pela LAN.  Em Buenos Aires ou Santiago você embarca num voo Qantas e segue viagem. Apesar da facilidade com as bagagens, o custo na época de nossa viagem era proibitivo, US$ 5,789 em classe econômica! Para um voo em julho de 2012 as tarifas pesquisadas quando da elaboração deste texto giravam em torno de US$ 3,255 em classe econômica.

Uma palavra sobre dinheiro: 

A moeda local, o dólar australiano, na época de nossa viagem estava valorizado em relação ao dólar americano (US$ 1.00 que você trocasse receberia cerca de Au$ 0.95). Atualmente as duas moedas estão praticamente um para um. Cartões de crédito são facilmente aceitos.

O custo de vida na Austrália nos pegou de surpresa. Apesar das tarifas hoteleiras estarem alinhadas com o mercado americano, a comida e as atrações estão mais para o padrão londrino: uma excursão de um dia em ônibus fretado não fica por menos de Au$ 125-150 por pessoa. Uma refeição em fast-food para 4, cerca de Au$ 50. Em um restaurante “full-service” de primeira linha espere pagar mais de Au$ 80 por pessoa. As atrações típicas, como a visita guiada à ópera, o aquário, o zoológico, tudo custa cerca de Au$ 30-50 por pessoa. Em quase todos, há a oportunidade de adquirir-se um ingresso familiar para 2 adultos e 2 crianças até 18 anos por um valor promocional. Leve comprovantes de idade para os menores de 12 anos.



[1] (*) estados/territórios australianos de oeste para leste: Western Australia (Perth), Northern Territory (Alice Springs, Ayers Rock), South Australia (Adelaide), Queensland (Cairns, Brisbaine), New South Wales (Sydney), Victoria (Melbourne) e Tasmânia (Hobart).

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