domingo, 20 de novembro de 2011

ÍCONES DE NY: EMPIRE STATE, ESTÁTUA DA LIBERDADE, CENTRAL PARK.

Nossa viagem foi assim:
Época: outubro *****
Hotel: Renaissance Times Square ****
Faixa etária das crianças: 7 a 9 anos *****
  
Numa primeira visita à Big Apple é impossível não fazer um ou mais dos passeios "obrigatórios" na cidade: o Empire State, a Estátua da Liberdade e o Central Park. Estivemos em NY muitas vezes a trabalho, mas em família somente 2 vezes. Da última vez, o tempo estava agradável e ajudou muito a nossa exploração da cidade. Pudemos fazer os 3 passeios - o que não havíamos conseguido da primeira vez por causa do frrrrio! Nesse post, damos nossa opinião - como sempre, muito sincera e totalmente voltada para famílias com crianças - sobre os 3 ícones de NY e se valem a pena ou não.

Empire State Building ****

O famoso prédio figura numa quantidade astronômica de filmes. Quase todas as crianças já assistiram a um deles, portanto provavelmente conhecem o Empire State "de vista". Só isso já seria motivo para visitar os 2 mirantes. Some-se a diversão de subir mais de 80 andares num elevador (sentindo cócegas na barriga e os ouvidos estalando), chegar ao 102o no outro, e ter uma vista estonteante da cidade, dos rios e até da Estátua da Liberdade, e terá um programa quase perfeito para os pequenos!

Se for visitar na alta temporada, ou no final do dia, ao pôr-do-sol, é recomendável comprar o ingresso online. Não custa mais caro, e você pode imprimir os tickets em casa, indo diretamente para o acesso aos elevadores e evitando fila na bilheteria.

Na hora de comprar, você poderá ficar confuso com as opções. Há 2 observatórios no Empire State, um no 86o andar, e outro, bem menor e fechado, no 102o andar. Além disso, você pode optar pelo Express Pass, que lhe dá acesso preferencial na hora de entrar nos elevadores.

102o andar: apertado
Para as crianças com idade para entender os numerais, subir até o 102o andar é uma verdadeira emoção. A subida até o 86o andar é feita em elevadores convencionais - são elegantes por dentro e super rápidos, mas nada diferentes dos elevadores de prédios comerciais. Já ao 102o andar, o elevador é daqueles com porta de grade sanfonada, que o próprio ascensorista tem que fechar manualmente. Além da graça de andar nesse elevador, subir "mais de cem andares(!)" é bem divertido. Chegando lá em cima, o observatório é diminuto, e fechado por janelas, mas permite uma vista ainda mais ampla da cidade. Aliás, no inverno deve ser bem melhor ficar aqui do que no 86o andar, que é aberto.

Quanto à opção Express, na hora em que chegamos ao prédio, vendo que havia pouca movimentação de gente, achamos que talvez não tivesse valido a pena pagar a mais pelo ingresso. Ledo engano! A subida aos observatórios é um processo complicado, em que você entra em filas e embarca em elevadores várias vezes, sendo direcionado por corredores serpenteantes num caminho meio sem lógica. Então, por mais que não haja muita gente no térreo e nos andares baixos, chegando lá em cima você vai furar umas boas filas e evitar bastante espera se tiver o Express.

A diferença de preço entre subir ao 86o sem Express, e o ingresso com tudo que tem direito, é quase o dobro. Para uma família numerosa, pode ser bem pesado. Se tiver orçamento limitado, subir até o 86o também é muito divertido, afinal o Empire State é um ícone. Recomendamos, nesse caso, escolher horários mais vazios, evitando ir próximo ao fim do dia, quando a maioria das pessoas quer subir para ver o sol se por.

86o andar.
Quanto à visita em si, não tem muito mistério. Na entrada, você pode adquirir um guiazinho que vem com um audioguide, para ouvir curiosidades sobre as paisagens que está vendo. Por exemplo, ele aponta o local onde o Titanic deveria ter atracado se tivesse chegado a NY, conta a história de alguns edifícios proeminentes da paisagem, etc. Depois de passar por um labirinto de corredores e elevadores, sempre direcionado por "porteiros" atenciosos e simpáticos (ficamos um pouco surpresos com isso) você chega ao observatório. Dê uma volta de 360o (vai precisar lutar um pouco com as multidões e se acotovelar nos parapeitos, mas nada insuportável). A vista de todos os lados é impressionante.

Depois, suba até o 102o (se essa foi sua opção), onde não aguentará ficar mais do que 15 minutos (o lugar é muito apertado). Também dá pra dar a volta toda, vendo novamente os mesmos lugares de um ponto mais alto. Por exemplo, o Central Park, que mal se vê do 86o andar, é totalmente visível do 102o. Depois, é só descer tudo de volta, passar na loja de souvenirs (de boa qualidade, mas um pouco caros, afinal você está num dos lugares mais visitados do mundo! - clique aqui para ler nosso post sobre compras em NY), e sair do prédio. Com o Express, a visita toda não tomará mais do que 2 horas.

Estátua da Liberdade com Classic Harbor Line *****

Escuna sem samba: only in NY.
Em todos os sites e posts sobre o passeio até a ilha onde está situada a famosa estátua, há muitos elogios ao passeio, ao lugar, etc. Afinal, é de longe a mais famosa do mundo. Em nossa opinião, contudo, pegar o barco para ir até a estátua é um dos maiores micos que se pode pagar em NY. Depois dos atentados de 11/9, o passeio se tornou uma sucessão interminável de longas filas, com muito pouco para se aproveitar entre elas. Primeiro, a fila para comprar ingressos. Depois, fila para a segurança antes do embarque. Fila para embarcar. Chegando à ilha, nova fila de segurança antes de subir na Estátua. Ufa! É muita fila para o nosso gosto, principalmente porque a Lady Liberty é muito mais bonita olhando de fora do que de dentro.

Staten Island Ferry
Para ver a Estátua de fora, contudo, há muitas opções de passeio. A mais barata, e nem por isso menos interessante, é pegar o ferry para Staten Island. O ingresso é o preço de uma condução urbana, pois é exatamente isso que ele é. O único problema é que se estiver lotado você pode acabar não conseguindo ver muita coisa (evite isso indo fora dos horários de pico, entre 10 da manhã e 4 da tarde). A graça desse passeio é que você pode se sentir "novaiorquino", andando num ferry junto com o pessoal que mora na cidade, e que também apareceu em vários filmes.

Outra opção é fazer os cruzeiros convencionais ao redor da ilha. O mais conhecido é o Circle Line, mas há várias empresas que fazem esses passeios. Você pode até mesmo circunavegar Manhattan a bordo. E sempre com direito a uma passadinha pela frente da Liberty Island e muitas fotos da Estátua. Esses cruzeiros normalmente são feitos em barcos grandes com capacidade para centenas de passageiros, e a maioria inclui um áudio que vai explicando os pontos pelos quais o barco vai passando.

Como sempre, procurando por uma opção diferente para o nosso passeio, topamos com uma alternativa inusitada: escuna. Isso mesmo, uma escuna em NY. No Brasil, escuna é sinônimo de passeios tropicais regados a muito samba e cerveja na Baía de Todos os Santos ou em Angra dos Reis. Em NY, é um passeio silencioso, agradável, fresco e tranquilo.

Compramos os ingressos no site da Classic Harbor Line com alguns dias de antecedência. Optamos pela saída das 15h, que não estava lotada. Se for optar pelo cruzeiro do pôr-do-sol, ou em época de alta temporada (verão), a compra antecipada é imprescindível. Isso porque a escuna não faz passeios todos os dias, e a quantidade de lugares é limitada, pois a embarcação é pequena.

Para chegar ao píer, dá para usar o táxi (os taxistas sabem a localização do píer pelo número), ou metrô. As estações ficam a cerca de 10 minutos de caminhada do local. Os barcos da empresa ficam atracados diretamente no píer e não há nenhuma sede, apenas um guichê onde você, apresentando os comprovantes impressos da internet, receberá umas fichas plastificadas que são seu ingresso. Cerca de 5 minutos antes do horário previsto, a tripulação e os passageiros embarcam na escuna. A bordo são servidos refrigerante, água e cerveja à vontade. Se for hora do lanche das crianças, leve alguma coisa na mochila, pois não há alimentos a bordo.
 
O passeio todo dura pouco mais de duas horas. Nos momentos em que não há vento, a tripulação usa os motores. Na hora em que a embarcação atinge o meio do Rio Hudson, as velas são içadas e o vento desempenha seu papel. O barco vai fazendo um lento e largo zigue zague, para aproveitar o vento, e se mantém inclinado, adernando um pouco conforme as velas são enfunadas pela brisa. A movimentação dos tripulantes para içar as velas e a visão dos grandes tecidos brancos acima da nossa cabeça deram uma emoção especial ao passeio, que vai agradar em cheio às crianças que gostam de barcos.

A escuna não é recomendável para crianças muito pequenas, pois o guarda corpo consiste de uma mureta bem baixinha e duas cordas esticadas. Há a possibilidade de você se sentar numa parte mais rebaixada e protegida do convés, só que aí você vai ficar de frente para as outras pessoas, como se estivesse numa salinha. Nós, particularmente, preferimos olhar o horizonte. Outra recomendação é levar um agasalho, mesmo que em Manhattan esteja quente, pois o vento é constante e dá a sensação de frio. Também é preciso tomar cuidado com chapéus e outros pertences, para não saírem voando ou rolarem para dentro da água. Não é preciso tomar grandes cuidados com enjoo, a não ser que você seja muito sensível, pois o barco balança pouco.

Devido à baixa velocidade imprimida pelo vento, o passeio nas escunas geralmente sai da parte oeste de Manhattan, chega ao extremo sul onde está a Estátua, e sobe só um pouco pelo lado leste da ilha, num percurso mais curto do que os das embarcações convencionais. Dá para tirar boas fotos do novo World Trade Center, da ponte do Brooklyn e, é claro, da Lady Liberty.
 
Nós gostamos muito do passeio, e achamos que vale a pena por ser diferente. A bordo da escuna, é possível perceber como Manhattan é um lugar movimentado e barulhento. O silêncio proporcionado pela ausência do motor e de comentários em áudio é quebrado a todo instante, por helicópteros zunindo no céu e embarcações cruzando as águas. A escuna é baixa, de modo que viajamos muito próximos à água, sentindo de perto as ondas e a movimentação do rio. Ver a tripulação desenrolando e enrolando cordas, passando de um lado ao outro e dando e desdando nós, com o skyline de Nova York ao fundo, é uma cena inusitada e interessante. Então, se estiver atrás de algo relaxante e diferente na Big Apple, o passeio de escuna é ideal para você.
 
O píer da Classic Harbor Line fica bem próximo da mais nova sensação de NY, um parque suspenso chamado High Line ****. Aproveite que está por aqui para visitá-lo. Basta chegar 1 hora antes do previsto para o seu cruzeiro na escuna, ou ficar um pouco mais após o desembarque, e andar até o parque, cuja entrada mais próxima ao píer fica na rua 20 (5 minutos de caminhada). Atenção: nem todas as ruas dão acesso ao High Line, apesar do parque ser paralelo à 11th Avenue. Há escadas de acesso nas ruas 20 e 18.
 
O High Line era uma antiga - e abandonada - linha férrea suspensa, que foi totalmente revitalizada e transformada em um parque linear. É como se o Minhocão em São Paulo virasse um parque. Dá para fazer uma boa caminhada até o final do viaduto e voltar, ou então sentar-se em um dos bancos com um lanche e uma bebida, e observar as pessoas passando.
 
A arquitetura dos prédios que circundam o parque foi totalmente revitalizada, e agora as fachadas assimétricas e metálicas dão um ar moderno e jovem ao local. O paisagismo - plantas, passarelas, mobiliário - é bonito, agradável e convidativo. Mas o mais interessante do High Line sem dúvida são as pessoas que frequentam o local. Uma mistura de moradores locais, moderninhos, turistas descolados e pessoas de todos os tipos, em busca de um momento agradável, um café, uma leitura ou uma soneca. Não deixe de conhecer!

Central Park *****

Gapstow Bridge
E por falar em parque, uma viagem a NY nunca estará completa sem pelo menos uma passadinha pelo parque mais famoso do mundo. Geralmente os turistas apressados entram por um curto trecho e visitam Strawberry Fields, o Metropolitan ou o Zoo, e se dão por satisfeitos. Se você quiser conhecer o parque mais a fundo, há várias opções. Você pode utilizar um tour estruturado, com guia, ou pegar um dos bicitáxis que ficam à disposição nas entradas do parque. Ambas as opções têm uma desvantagem: falta de flexibilidade. Com o guia você deve seguir por onde ele for, e os bicitáxis não são permitidos em algumas partes do parque, onde só dá para chegar a pé. Outra alternativa interessante é alugar bicicletas para a família toda, e dar a volta de bike. Uma boa se a família for do tipo mais atlético, o que não é o nosso caso! Nós fizemos e recomendamos uma das caminhadas autoguiadas sugeridas no site do Central Park.

Há duas opções. A mais longa, chamada Arts and Architecture, é mais direcionada a adultos e dá uma grande volta, partindo da entrada sul, passando por quase 2/3 do parque. Nós fizemos a mais curta, chamada Family Tour. No site, você deve criar um login gratuito para poder ter acesso aos PDFs dos mapas dos tours. Você pode até mesmo fazer download de um audioguide para usar no seu iPod enquanto anda. E o melhor, é tudo de graça!

Um dos playgrounds do Family Tour.
O passeio em si é deslumbrante, idílico e agradável. A vantagem de ir por conta própria é poder fazer tudo no seu ritmo, parando quando quiser e até mesmo pulando algumas partes. O Family Tour inclui passagens por paisagens lindas e famosas como o The Pond (um lago repleto de juncos e patos), a pitoresca Gapstow Bridge, o conhecidíssimo chafariz Bethesda Fountain, o sofisticado Loeb Boathouse, entre outros. Além desses lugares facilmente reconhecíveis de filmes e seriados de TV (nós até cruzamos com uma equipe rodando um filme), o grande trunfo do Family Tour é passar por dois playgrounds, pelo carrossel e pelos dois zoológicos do parque. Na hora do cansaço das crianças, são excelentes motivadores: "vamos andar só mais um pouquinho, já estamos chegando ao playground!" Excelente, não?

Entrada do Tisch Zoo.
Se você quiser passar por todos os lugares, apenas parando para fotos e descanso, dá para fazer a volta em cerca de 2 horas. No entanto, recomendamos ficar um dia todo fazendo esse passeio. Dessa forma, você poderá parar nos playgrounds, dar uma volta no carrossel, e visitar um ou os dois zoológicos. Ambos são pequenos; você não levará mais do que uma hora para conhecer cada um deles. O Central Park Zoo tem animais de zoológico mesmo (pinguins, leões-marinhos, um habitat tropical com pássaros, e o grande destaque, os ursos polares), enquanto o Tisch Children´s Zoo é como uma mini fazendinha, com animais domésticos, coelhinhos, etc. Se não quiser visitar os zoos, mesmo assim dá para dar uma paradinha na loja - vale a pena se seus filhos gostam de animais de pelúcia (clique aqui para ler nosso post sobre compras em NY).
 
Caso opte por ficar o dia todo fazendo esse tour, você pode comprar sanduíches em um dos muitos estabelecimentos que circundam o parque (no Time Warner Center há opções de cafés), para fazer um piquenique, ou comer nas barraquinhas que ficam concentradas especialmente no The Mall, dentro do parque (hot dogs e pretzels). Para um almoço mais sofisticado, o Loeb´s Boathouse é um restaurante fino que fica no caminho do Family Tour. Demos uma olhada no menu e não tinha nada para nosso filho - os pratos são sofisticados e usam ingredientes pouco palatáveis para as crianças. No zoo também há uma lanchonete, mas a comida não é lá grande coisa.

Passear a pé pelo Central Park é, sem dúvida, um dos programas mais agradáveis de NY. Na nossa opinião, o único jeito de descobrir por que esse parque carrega uma mística tão grande e se tornou tão famoso, é se embrenhar até o coração dele e ver com os próprios olhos!

Apesar de ter estado na Big Apple outras vezes, nunca a havíamos experimentado dessa maneira: chegando tão perto de suas águas, subindo tão alto em seus arranha-céus, caminhando lentamente em seu coração verde. E esperamos que, depois de ler esse post, você também tenha ficado com vontade de conhecer - e vivenciar - os 3 grandes ícones de NY.

10 comentários:

  1. Adorei as dicas, nunca me embrenhei no CP e agora fiquei com vontade! Gostei muito da minha visita à estátua, mas foi na era pré-9/11 e tudo foi muito fácil. No ESB, também usamos o Express e valeu muito a pena, era inverno e próximo ao Natal e a cidade fervilhava de turistas. Fomos também ao Top of the Rocks no alto de um dos prédios do Rockfeller Center e gostamos muito, não é o Empire State Building, mas você consegue ver o ESB de lá em todo seu esplendor.

    ResponderExcluir
  2. Agradecemos os comentários e as dicas, especialmente sobre o TOTR, no Rockefeller Center. Nós não fomos, mas os comentários são de que a vista é fenomenal, por incluir a vista do ESB, e muito bem organizado.

    Sabemos que nossa opinião sobre a visita à Estátua não será unanimidade entre nossos leitores. Tem gente que gosta de ir lá e não abre mão, e respeitamos todas as opiniões. Mas basta pensar nas coisas boas do passeio, e acrescentar duas a três horas de fila, pra fazer um cálculo básico: vale a pena? Se achar que vale, vá fundo! Se, como nós, achar que não, refestele-se num cruzeiro com open bar e tenha duas hora de mordomia, não duas horas de fila...

    Continue postando!

    ResponderExcluir
  3. Olá, FR!

    Acabo de ler todo o texto sobre NY. Estou aqui pensando: como é que eu vou visitar a Estatua de Liberdade de escuna em pleno inverno (jan/2013) com um marido que mareia HO-RRO-RES no mar de Arraial do Cabo? Mas também não quero enfrentar as quilométricas e eternas filas, perdendo um tempo precioso! E cá pra nós, eu também acredito que visitar a Estátua da Liberdade deve ser como visitar o Cristo Redentor (já fui lá muuuitas vezes!): a graça da estátua é vê-la ao longe, imponente e bela, num passeio marítimo. Será que dá mesmo para encarar o ferry para Staten Island no frio novaiorquino de janeiro/13? Tenho opção melhor?
    Vou ter apenas cinco (quatro ou três, descontados os dias de chegada/partida) dias pra realizar o sonho de conhecer New York, tenho que aproveitá-los bem! Então, vou fazer o rápido e básico turismo "obrigatório": Central Park, Lady Liberty, Times Square (o hotel fica em plena!), Brooklin Bridge, Empire State OU Rockfeller Center... Aguardo dicas e opiniões!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Monica,

      Na verdade janeiro é a pior época para visitar NY (veja nosso post "Congelando em NY"). Mas é claro que sempre dá para aproveitar.

      Visitar a estátua nessa época é mico total. Use o Staten Island Ferry para passar por ela e fotografar. O ferry tem uma grande cabine coberta, então você pode ficar lá dentro se estiver muito frio.

      O Central Park fica lindo se tiver nevado nos últimos dias. Caso contrário, escolha alguns pontos mais interessantes para você, visite-os, fotografe-os e corra para um café bem aquecido! Em janeiro não dá pra ficar caminhando pelo parque por horas e horas.

      O Rockefeller Center é muito central e bonito, vale a pena visitar, mas você inevitavelmente passará por ele nas suas andanças, então dê uma entradinha para olhar. Quanto a subir no Top of the Rock, é questão de gosto. Nós optamos pelo Empire State porque, para as crianças, é um barato subir "mais de 100 andares". O TOTR é bem mais baixinho, mas de lá dá pra ver o Empire State.

      A ponte do Brooklyn é bonita, mas para atravessá-la a pé você também terá que enfrentar os elementos (gelados).

      Imperdível em NY no inverno são os museus. Os mais famosos são o MoMA, o Metropolitan e o Museu de História Natural (o museu do espaço e planetário ficam logo ao lado). Além de ver milhares de coisas interessantes que não temos aqui no Brasil, você ficará abrigada do frio.

      Esperamos ter ajudado!

      Excluir
  4. OLá Familia Recomenda,
    incentivada pela extraordinária descriçao da experiência que vcs tiveram no Disney Dream,incluimos esse navio na nossa viagem a Orlando no início de outubro. Antes estaremos em NY por 9 dias e nesse período os preços dos Hoteis dispararam.Vcs tem alguma dica, somos uma família que acreditamos que hospedagem também é um ponto importante, ficar num hotel agradável, bem localizado e com tarifas justas é tudo de bom.Se tiverem alguma dica.Sucesso Sempre B e Família

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Infelizmente Nova York = hotel caro. Não tem jeito. O único jeito de garimpar tarifas é entrando no Tripadvisor para ver a opinião das pessoas sobre os hotéis, e procurando nos sites como Expedia e Hotéis.com. Dificilmente vai encontrar alguma coisa decente por menos de U$250, U$300.

      Excluir
  5. Há como vocês me enviarem o trajeto do passeio Family Tour? Pois ele não está mais disponivel no site do Central Park...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Enviamos por email. O tour não está mais disponível porque era patrocinado pelo Jumeirah, hotel que ficava em frente ao CP e não existe mais.

      Excluir
    2. Muitíssimo obrigado! Parabéns pelo blog!

      Excluir
  6. Oi, por favor, será que poderia nos mandar o mapa também? Muito obrigada, as dicas do blog são ótimas! Grande abraço. natalialelles@gmail.com

    ResponderExcluir

Mande seus comentários, perguntas ou mais dicas sobre este destino.